Pular para o conteúdo principal

ASSISTENTE SOCIAL ELANGE RIBEIRO, QUE INTEGRA O IPEDI, É DESTAQUE EM PRÊMIO NACIONAL PARA SERVIDORES PÚBLICOS

A assistente social Elange Ribeiro, que é membro do Ipedi, foi um dos destaques do Prêmio Espírito Público, iniciativa que visa reconhecer e compartilhar as trajetórias de profissionais públicos no país. Participando da edição 2019 do prêmio Elange foi um dos destaques pelo trabalho desenvolvido ao longo dos anos no serviço público em Miranda, como assistente social, secretária de Saúde, secretária de Assistência Social, secretária de Turismo e secretária de Turismo.
“Fazer a diferença, sendo a diferença”. É uma frase que a Elange sempre usa. Como vereadora, antes mesmo de se tornar membro do Ipedi e por se identificar com o trabalho da organização, foi autora de projetos que conferiram a utilidade pública para o instituto, conquistas legais que possibilitaram um crescimento das ações do Ipedi, o que significou, acima de tudo, a ampliação da quantidade de pessoas beneficiadas.

Elange é uma pessoa que cuida das pessoas. Sempre disposta a acolher e oferecer uma mão parceira, ela construiu uma história de comprometimento com as minorias e com as pessoas menos favorecidas. Deste comprometimento surgiram ações como a mentoria do projeto Capoeira Pantaneira, oportunizando cidadania a crianças e jovens através dos esportes.

Conhecedora dos mecanismos de proteção social, Elange humaniza os termos técnicos de um jeito acolhedor  sem deixar de serem claros e esclarecedores sobre a atuação do Ipedi. Foi ela a mentora técnica do projeto Barco de Letras, idealizado pela Janete Correia, quando ele recebeu seu primeiro financiamento, antes de ser premiado nacionalmente.

É da Elange o desafio gigantesco de construir os primeiros indicadores de impacto do Ipedi, no processo de fortalecimento institucional por que passa a organização. Sistematizar, tabular dados, organizar informações para transparência. Sempre com foco no ser humano, com as pessoas no centro das atenções, nunca perdendo de vista a necessidade de cuidar do próximo.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Crianças indígenas de aldeia terena voltam a praticar ritos e danças tradicionais esquecidos

Crianças que não conhecem cantos e instrumentos tradicionais; que não praticam ritos tradicionais. Ritos e danças tradicionais fadados a desaparecer com os anciãos à medida em que estes vão, pouco a pouco, falecendo. Não é mais este o cenário que encontramos na aldeia indígena terena Babaçú, no município de Miranda, no Pntanal de Mato Grosso do Sul. A aldeia é exemplo de que a união e o trabalho em conjunto podem promover a verdadeira transformação da comunidade. Lá, na Babaçú, em 2016 e 2017 o Instituto de Pesquisa da Diversidade Intercultural (Ipedi) foi mentor do projeto Sons da Aldeia, uma iniciativa comunitária que, com patrocínio da associação Brazil Foundation, desenvolveu atividades relacionadas ao resgate da cultura tradicional indígena terena junto a alunos da escola local. Os resultados do trabalho são sentidos quando se verifica que atos rituais que já não faziam mais parte do dia-a-dia das crianças tenham voltado a ser realizados, tais como o batism...

STARTUP DE IMPACTO SOCIAL NASCIDA NO IPEDI VAI REPRESENTAR MATO GROSSO DO SUL EM DESAFIO NACIONAL DE STARTUPS

  A startup Bruaca, um projeto derivado das ações do Ipedi, venceu desafio Like a Boss, promovido pelo Sebrae (Serviço de Apoio à Micro e Pequena Empresa) de Mato Grosso do Sul e foi uma das três escolhidas para representar o estado no Startup Summit, considerado o maior evento de startups do Brasil. A Bruaca participou do processo de escolha sendo avaliada criteriosamente pelo Sebrae, passou por etapas eliminatórias de seleção, chegando à final, realizada em 27 de maio. “Esta é uma conquista de todo um grupo de pessoas que acredita na força da cultura como geradora de qualidade de vida para as comunidades tradicionais de Mato Grosso do Sul”, afirmou Denise Silva, pós-doutora em linguística, coordenadora da Bruaca e presidente do Ipedi. A Bruaca funciona como uma cesta de serviços, auxiliando na intermediação da comercialização de produtos culturais das comunidades tradicionais do Pantanal com o objetivo de gerar renda para estas comunidades, gerando impacto social positivo. ...

COM VIGILÂNCIA SANITÁRIA, DISCUTIMOS COMERCIALIZAÇÃO DE ME PRODUZIDO PORRIBEIRINHOS DE MIRANDA

Nos reunimos com a equipe do Serviço de Inspeção Municipal (SIM) de Miranda, que é coordenado pela médica veterinária Andréia Masias, para discutir formas de garantir que produtores de mel possam comercializar seus produtos de forma legal e segura. . Um dos projetos que estamos desenvolvendo no Ipedi é o de apoio ao empreendedorismo de pescadores ribeirinhos do Pantanal, que iniciaram a produção de mel como forma de diversificação das fontes de renda. . Um dos desafios que estes novos apicultores  enfrentam diz respeito a formas de atender às exigências dos órgãos de vigilância sanitária para que eles possam comercializar seus produtos de forma segura. . Atualmente, buscamos o apoio do SIM de Miranda para ajudar a criar formas legais que possibilitem esta comercialização e, assim, seja possível que os apicultores vendam o mel gerando emprego e renda, com certificações que garantam a procedência e a sanidade do produto para o consumidor final. . #mirandams #ipedi2023 #Ipedi10anos