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PROJETO PROMOVE CONCURSO ENTRE ESTUDANTES PARA CRIAR BANDEIRA DA ALDEIA BABAÇU

  O despertar do sentimento de pertencimento, de orgulho da terra e da cultura por parte das crianças é fundamental para o fortalecimento da identidade cultural de uma comunidade, especialmente a indígena. . A professora indígena Marlene Rodrigues, da aldeia Babaçu,  uma das principais colaboradoras do Ipedi, desenvolveu na escola da comunidade o projeto “Nossa Bandeira”, que visa exatamente buscar o interesse das crianças pela identidade, pela história da aldeia. . Com o apoio do Ipedi, os alunos da Escola Municipal Indígena Jose Balbino, que atende a comunidade Babaçú, participaram de um concurso para a criação da bandeira da comunidade. . Para chegar ao desenho, foram desenvolvidas atividades que promoveram um verdadeiro mergulho na história da aldeia, relembrando antepassados que figuram entre os fundadores da comunidade. . Agora, a aldeia Babaçu tem uma bandeira que a representa. E as crianças estão muito mais conscientes da história construída até aqui pela comunidade a que perte
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IPEDI INTEGRA BANCA QUE AVALIOU PROJETO DE MESTRADO QUE TEVE GRUPO DE RAP INDIGENA COMO TEMA

O primeiro grupo de rap indígena que se tem notícia, o Brô MC’s virou tema de estudo na universidade. . O mestrando em no Letras  Rodrigo Bento Correia, do Programa de Pós-Graduação em Letras da da Faculdade de Comunicação, Artes e Letras da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados) apresentou, em 31 de março sua tese: “Eju orendive: as ‘palavras caminhos’ na obra do grupo Brô MC’s”. . A professora doutora Denise Silva, presidente do Ipedi, integrou a banca que avaliou o trabalho de Rodrigo – que foi aprovado. . O Brô MC’s participou da apresentação e os integrantes fizeram comentários sobre o trabalho de Rodrigo e sobre a realidade da comunidade indígena em suas aldeias.  .

ARTICULAÇÃO BUSCA APOIO PARA PROJETO DE PRODUÇÃO DE MEL EM MIRANDA

O projeto Apiário Flor de Camalote, que visa apoiar a produção de mel por pescadores ribeirinhos de Miranda, no Pantanal de Mato Grosso do Sul, foi apresentado para representantes da cooperativa de crédito Sicredi, que pode se tornar um parceiro financeiro da iniciativa. A reunião aconteceu em 26 de março, em Maracaju, na Sede do Sicredi Pantanal. . Como resultado do encontro, uma equipe do Sicredi deve visitar os apicultores do Flor de Camalote para conhecerem melhor a realidade deles. . O Flor de Camalote é uma associação que busca estabelecer a produção de mel como atividade  geradora de renda para pescadores ribeirinhos pantaneiros. .  Pesquisadores do Ipedi e de diferentes cursos da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados) se articularam para ajudar a regularizar a associação de ribeirinhos apicultores e, ao mesmo tempo, viabilizar projetos que fomentem a atividade. . “Estamos buscando parcerias em projetos que fomentem a melhoria de insumos, de máquinas, de equipamentos, de

IPEDI PARTICIPA DE ORGANIZAÇÃO DE EVENTO INTERNACIONAL SOBRE CULTURAS INDÍGENAS

Um dos mais importantes eventos acadêmicos sobre cultura indígena chega a sua segunda edição e o Ipedi é um dos organizadores novamente, como ocorreu no ano passado. . É o II Cielcultt, Congresso Internacional em Educação, Língua, Cultura e Território.  . Neste ano, o tema do congresso é “Linguagens Indígenas: Saberes e Sabores das Culturas Ameríndias”.   . O Cielcultt acontece de 18 a 22 de abril, com realização da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD). . O congresso é online, aberto ao público e será transmitido pelo canal do Ipedi no Youtube https://www.youtube.com/channel/UC09SDQK9gMQCbInsubUSypA . Informações você pode obter pelo email cielcultt@gmail.com . Inscrições: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf1ZGE4ewpPngSNC9opkpO3SptozjtwT1lx5rJ-E7gZoHL6wA/viewform . A rede que organiza o evento: Ipedi; a UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados) com a Pró-Reitoria de Ensino de Pós-Graduação e Pesquisa (Propp), a Pró-Reitoria de Extenção e Cultura (Proex), a Faculd

IPEDI INTEGRA INICIATIVA INTERNACIONAL DA ONU EM PROL DE LÍNGUAS INDÍGENAS

  O Ipedi é parte do grupo brasileiro de trabalho da Década Internacional das Línguas Indígenas, uma iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU) que visa chamar a atenção da mundo para a importância de preservar as línguas indígenas. . Crianças indígenas com o livro didático bilíngue português-terena produzido pelo Ipedi. FOTO: Luciano Justiniano Participar de um movimento mundial tão importante demonstra o reconhecimento que o Ipedi alcançou ao longo dos anos no desenvolvimento de projetos sociais, especialmente com comunidades indígenas do Pantanal de Mato Grosso do Sul. . “É uma honra podermos participar deste processo, especialmente porque ele vai incluir indígenas como protagonistas. E sempre pregamos que não fazemos para eles e sim com eles. Isso é muito importante para a gente”, explica a presidente do Ipedi, Denise Silva. . A Década é uma oportunidade única para a conscientização sobre a importância das línguas indígenas para o desenvolvimento sustentável, con

PESCADORES RIBEIRINHOS DO PANTANAL PRODUZINDO MEL: PROJETO DO IPEDI QUER FOMENTAR A ATIVIDADE PARA GERAR RENDA PARA FAMÍLIAS PANTANEIRAS

  Os pescadores ribeirinhos que vivem da pesca nos rios de Pantanal vivem, a cada ano, mais dificuldades para tirarem o sustento de suas famílias apenas desta atividade. Restrições de pesca impostas pelo Governo do Estado e mesmo a diminuição de peixes dos rios, tornam a sobrevivência destes ribeirinhos um verdadeiro desafio. Para enfrentarmos o problema, uma das saídas pode ser a diversificação da atividade econômica dos ribeirinhos. Oferecer atividades que ajudam a complementar a renda das famílias. É aí que entra o trabalho que o Ipedi vem desenvolvendo junto a famílias ribeirinhas de Miranda, fomentando a produção de mel como uma forma de ajudar a melhorar as condições econômicas dos ribeirinhos da região. Neste processo, o Ipedi mobilizou e está contando com o apoio da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), por meio da Faculdade de Comunicação, Artes e Letras (Facale), da Faculdade de Administração, Ciências Contábeis e Economia (Facce),   e da Faculdade de Ciên

TEM MUITA GENTE QUE PERGUNTA: MAS O QUE VOCÊS FAZEM MESMO?

  Pois é, neste início de 2022, então, a gente decidiu conversar sobre isso com vocês: informações básicas sobre quem somos, onde estamos,  o que fazemos, enfim. . Tira suas dúvidas aqui: . QUEM SOMOS? O Instituto de Pesquisa da Diversidade Intercultural (Ipedi) é uma associação civil de direito privado, de caráter cultural, educacional e sócio ambiental, sem fins lucrativos. . Nossa missão é promover o exercício da cidadania e defesa dos direitos humanos, em especial das comunidades tradicionais, nas perspectivas cultural, social e ambiental, visando uma sociedade justa e solidária. . ONDE ESTAMOS Nossa sede administrativa fica no município de Miranda, no Pantanal de Mato Grosso do Sul (MS), a 210 quilômetros de Campo Grande, capital de MS. Miranda tem 28.013 habitantes (estimativas do IBGE para 2019), é ultima cidade antes da Corumbá, na divisa do Brasil com a Bolívia. . O Pantanal é a maior planície alagável do mundo, com 250km² abrangendo Bolívia, Brasil e P