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Mostrando postagens com o rótulo #Ipedi

JOVENS VOLTAM A FAZER ARTESANATO EM COMUNIDADE INDÍGENA

O Alencar Leôncio da Rodrigues tem 15 anos e exibe, entre tímido e orgulhoso, a primeira peça de artesanato que ele fez na vida: uma cerâmica kinikinau de encher os olhos. Alencar é a encarnação da esperança de povos indígenas do Pantanal: a de que seus jovens exercitem saberes tradicionais e, desse modo, garantam a sobrevivência da cultura. “Fiz sozinho, sem ajuda. Apenas fui fazendo”, diz o adolescente, quase monossilábico, mas muito certo de si: quer aprender e melhorar sua técnica. A cultura ancestral brasileira agradece.

INDÍGENAS SE ORGANIZAM PARA EXPLORAR VENDA DE ARTESANATO PARA GERAR RENDA

Um grupo de indígenas moradores da comunidade Mãe Terra, em Miranda, no Pantanal de Mato Grosso do Sul, está se organizando para explorar o artesanato como gerador de renda para as famílias. A comunidade possui cerca de 100 famílias indígenas das etnias terena e kinikinau. Por iniciativa comunitária cerca de 20 artesãos, entre homens, mulheres, adultos e crianças, estão se reunindo semanalmente para a produção em série de peças típicas das duas etnias, tanto em cestaria quanto em cerâmica. O objetivo é comercializar os produtos direto para turistas que visitam o Pantanal. O projeto dos artesãos é criar uma associação, para ajudar a comercialização. A iniciativa foi batizada de “Itukeo Kopenoti” que, traduzido do terena para o português, significa “O Trabalho do Índio”. “Eu já não fazia mais o artesanato, mas agora estou voltando”, conta dona Albertina Fonseca, terena de 56 anos, que tem como especialidade a construção de peças de cestaria. “Além de gerar renda, esta iniciativa...

COMPARTILHANDO CONHECIMENTOS: A CONSTRUÇÃO PRÁTICA DE UM PROJETO DE IMPACTO SOCIAL

Case Barco de Letras: alfabetização de pescadores ribeirinhos do Pantanal Construímos um relação de confiança mutua com a comunidade, o que ajuda a garantir o pleno desenvolvimento das atividades e a ampliação do potencial de impacto social do projeto. Foto: Luciano Justiniano No artigo anterior (tá aqui: https://www.linkedin.com/pulse/empatia-trabalho-em-organiza%25C3%25A7%25C3%25B5es-do-terceiro-setor-benites-carneiro) descrevemos os parâmetros que nos ajudam a pensar nossos projetos, nossas ações. Aqui, quero compartilhar a aplicação prática destes parâmetros em um dos nossos projetos mais significativos: O Barco de Letras, que promove a alfabetização de pescadores ribeirinhos. Em nossas pesquisas e vivências sabíamos que os números de adultos analfabetos em Miranda, MS, onde o Ipedi atua, é elevado em comparação com a média nacional. Em Miranda, 13,24% da população acima de 15 nos nunca frequentou a escola, enquanto a média no Brasil é de 9,37%. Ok, é um dado cientifico, que revel...

IPEDI RECEBE CONSULTORIA DA YUNUS NEGÓCIOS SOCIAIS, ORGANIZAÇÃO DO NOBEL DA PAZ MUHAMMAD YUNUS

Em São Paulo, SP, na sede da gigante dos cosméticos Natura, na semana passada, o Ipedi (Instituto de Pesquisa da Diversidade Intercultural) encerrou o período de consultoria recebida feita pela Yunus Negócios Sociais. Ao longo de um ano, profissionais da Yunus, especializados em gestão de negócios sociais, prestaram consultoria para melhorar a gestão em busca da sustentabilidade financeira do Ipedi. “Foi um período transformador, no qual aprendemos muito e melhoramos muito nossa gestão, nos fortalecendo como instituição”, afirmou Denise Silva, presidente do Ipedi, que representou a organização no encontro com a equipe da Yunus. “Em especial, um agradecimento ao trabalho da Gabriela Reis, a representante da Yunus que atuou ais diretamente conosco, nos orientando, esclarecendo”, afirma Denise. Hoje, como resultado do trabalho em parceria com a Yunus, o Ipedi melhorou a gestão interna dos recursos, criou indicadores de impacto e iniciou o processo de implantação de uma área de captaçã...

Mulheres que inspiram – ELA ALFABETIZA PESCADORES RIBEIRINHOS DO PANTANAL

A dor que se transforma em força. A força que abre caminhos e ilumina a vida das pessoas a sua volta. Janete Correa. Dona de uma das dores mais terríveis da vida – a de perder uma filha – ela toca em frente e transforma o sofrimento em garra capaz de trazer a luz aos olhos dos pescadores ribeirinhos do Pantanal de Miranda, no Mato Grosso do Sul. Não é exagero. Janete é a idealizadora do projeto Barco de Letras, premiado nacionalmente e que oferece alfabetização a pescadores ribeirinhos adultos que não tiveram a oportunidade de frequentar a escola regular e que, portanto, são analfabetos. Eram. Agora, com o trabalho incansável e comprometido da Janete, estão aprendendo a ler e a escrever e alguns já ingressaram na Educação de Jovens e Adultos – um sonho bem distante para quem, antes, se sentia como um “cego”, sem compreender o mundo das letras. “Como cego no mundo”, como nos afirmou dona Nilza Bandeira, uma das alunas de Janete. Você ainda tem dúvidas de que Janete ilumina vidas? ...

Mulheres que inspiram – PROFESSORA INDÍGENA QUE REALIZA PROJETOS CULTURAIS PREMIADOS NO PANTANAL

A professora Marlene Rodrigues é professora terena na aldeia indígena Babaçú, em Miranda, no Pantanal de Mato Grosso do Sul. Foto: Luciano Justiniano.  O tom de voz sereno esconde a dona de uma força, de uma garra imensurável. A professora Marlene Rodrigues, indígena da etnia terena fica tímida diante de câmeras e microfones. Mas enfrenta o desafio de se ver filmada e documentada porque compreende a importância de dar voz aos anseios de sua comunidade indígena da aldeia Babaçú, em especial de seus alunos indígenas. “No passado as crianças não gostavam mais de participar da dança, cantar nossas musicas tradicionais, não comiam mais a comida típica, eles ficavam assim”, conta ela, não sem tristeza no olhar. Mas na voz a esperança suplanta qualquer sentimento ruim porque ela sabe que, agora, esta transformando sua comunidade e que este passado a que ela se refere está mudando. Marlene teve seu projeto, Sons da Aldeia, de revitalização de sua cultura indígena, financiado pel...

Mulheres que inspiram – A PROFESSORA QUE É UMA DAS AUTORAS DE APOSTILA DE ALFABETIZAÇÃO PARA PESCADORES RIBEIRINHOS

Nos olhos da professora apaixonada pela profissão, o brilho de ver crianças se apaixonando pela leitura. O brilho nos olhos de ver os rostinhos das crianças entretidas ouvindo uma história que ela conta. E contando histórias ela vai educando. A professora é a Walquíria Angélica dos Santos Bitonti, ou Wal mesmo, como todos costumam chamá-la. Especialista em Educação e professora de ofício, a Wal já foi secretária Municipal de Educação. Da vivência com professores e da sua própria em sala de aula, traz a experiência de quem vive na pele o desafio de ser educador em escolas públicas brasileiras. Um desafio que ela enfrenta de um jeito admirável: a Wal tem sempre um jeito diferente de dar aulas. Tem sempre uma carta na manga pra ensinar a ler e a escrever. Quando estava na secretaria de Educação, ela foi uma das principais responsáveis por tornar possível o desenvolvimento do projeto Kalivono nas escolas indígenas de Miranda, no Mato Grosso do Sul, iniciando uma ação de valorização dos...

Mulheres que inspiram – A PROFESSORA INDÍGENA QUE NÃO SE IDENTIFICAVA COM SUA CULTURA E QUE MUDOU ISSO TRANSFORMANDO A VIDA DE CRIANÇAS DE SUA COMUNIDADE

Evanilda Rodrigues é professora indígena terena da aldeia Passarinho, em Miranda, no Pantanal de Mato Grosso do Sul. Foto: Luciano Justiniano Evanilda Rodrigues, ou Evanilda Terena, traz no sorriso as marcas de uma mulher que se transformou e que mudou a história – sua pessoal – e também de sua comunidade. Indígena terena, ela conta que demorou para reconhecer sua identidade étnica. Por ter vivido longo tempo fora da aldeia, distante de costumes e saberes tradicionais, tinha dificuldade em se reconhecer como indígena. Sua historia mudou quando, num movimento de retorno, Evanilda tornou-se professora da escola de sua comunidade e participou do projeto Kalivono, realizado pelo Ipedi. No projeto, Evanilda discutiu seu papel de educadora, aprendeu a reconhecer os costumes de seu povo e a importância de que saberes tradicionais como a língua fossem revitalizados para fortalecer a identidade de crianças que, como ela própria, tinham dificuldade de sentirem-se parte de um povo. Foi...

Projeto do Ipedi é tema de artigo acadêmico da UFMS

O projeto Kalivono, que produziu material didático bilíngue (português e na língua indígena terena), desenvolvido pelo Instituto de Pesquisa da Diversidade Intercultural (Ipedi) em parceria com professores indígenas terena foi tema de artigo de conclusão de curso da acadêmica indígena do curso de pedagogia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Tabita Silva Leandro. O artigo, intitulado “Material Didático de Língua Terena, Considerações Sobre o Livro Kalivono” será publicado pela UFMS. “Sou índia terena e não falo a língua materna e nem entendo, acredito que este livro é uma forma de contribuir com a nossa cultura , e melhor ainda dentro da sala de aula”, diz Tabita, indígena da aldeia urbana Aldeinha,no município de Anastácio, MS. A presidente do Ipedi, a pós-doutra em linguística Denise Silva, ao lado da pós-doutora em educação, professora Ana Lúcia Gomes, foi co-orientadora do trabalho de Tabita, apresentado como forma da conclusão do curso de Licenciatura em Pedag...

UNESCO DECLARA 2019 COMO O ANO INTERNACIONAL DAS LÍNGUAS INDÍGENAS.

A Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultural) declarou 2019 como o ANO INTERNACIONAL DAS LÍNGUAS INDÍGENAS. Segundo a organização, “existem por volta de 6 a 7 mil línguas no mundo. Cerca de 97% da população mundial fala somente 4% dessas línguas, e somente 3% das pessoas do mundo falam 96% de todas as línguas existentes. A grande maioria dessas línguas, faladas sobretudo por povos indígenas, continuarão a desaparecer em um ritmo alarmante”. O Atlas das Línguas Indígenas da Unesco aponta que no Brasil são 190 idiomas em risco. Somos o segundo país com mais idiomas que podem entrar em extinção, ficando atrás apenas dos EUA. No Mato Grosso do Sul, estado brasileiro em que o Instituto de Pesquisa da Diversidade Intercultural (Ipedi)  atua há mais de 40 mil indígenas, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), dos mais, quase a metade é da etnia terena. Embora em termos numéricos os terenas sejam presentes, a língua da e...

IPEDI RECEBE VISITA DA BRAZIL FOUNDATION

“Você é meu irmão” dizia uma das frases da canção entoada pelos pequenos indiozinhos vestidos e pintados para a ocasião especial em que carregavam, orgulhosamente, uma faixa com a inscrição, em terena: “Yahikapunenoe”. Em português, algo como “sejam bem-vindos”. As roupas, a pintura, o canto, a faixa foram especialmente preparados, diz a professora indígena Marlene Rodrigues, “para demonstrar nossa gratidão e carinho à Brazil Foundation”. Assim a vice-presidente e diretora de Relações Institucionais da Brazil Foundation (BF), Mônica de Roure foi recebida na aldeia indígena terena Babaçú, no município de Miranda, no Pantanal de Mato Grosso do Sul. Acompanhada de parceiros patrocinadores da BF, Mônica esteve em Miranda para apresentar o trabalho que vem sendo desenvolvido pelo Ipedi (Instituto de Pesquisa da Diversidade Intercultural) na região. A visita à aldeia Babaçú foi um dos pontos da visita. O Ipedi também levou o grupo de visitantes para conhecer ainda a Colônia...

DIRETORIA DO IPEDI SE REÚNE COM ROTARY CLUBE PARA DISCUTIR PARCERIA

A criação de redes de cooperação entre instituições é uma das formas de potencializarmos os resultados que buscamos entre as organizações do chamado Terceiro Setor. Dadas as limitações impostas a cada uma, na maioria das vezes financeira e operacional, o ato de estender as mãos para atuar em parceria pode solucionar muitos dos problemas enfrentados por estas organizações no cumprimento das missões a que se propõem. E neste sentido que o Instituto de Pesquisa da Diversidade Intercultural (Ipedi) tem buscado articular ações em parceria com outras organizações e uma delas é o Rotary Clube de Miranda. Em 20 de novembro, um importante passo neste sentido foi dado quando o Ipedi reuniu-se com o Rotary Clube local para apresentar suas ações e iniciar as conversações para parcerias futuras, capazes de interferir positivamente na vida da comunidade local. A tesoureira do Ipedi, a assistente social Elange Ribeiro, destacou os indicadores de resultado que apontam os impactos positivos do t...

PASSEIO CICLÍSTICO VAI APOIAR PROJETOS SOCIAIS NO PANTANAL DE MIRANDA

Ciclistas do Pantanal farão um passeio especial no próximo domingo, 25 de novembro, em Miranda, no Mato Grosso do Sul. O grupo de apaixonados pelo pedal vão unir o amor à atividade à responsabilidade social no Abraço de Bike, um passeio que chama a atenção para apoiar projetos de educação desenvolvidos pelo Instituto de Pesquisa da Diversidade Intercultural, o Ipedi. O passeio vai partir da Praça Agenor Carrillho, no centro de Miranda, ao lado de prédios históricos como a Igreja Matriz, tombada pelo Patrimônio Histórico Estadual. O trajeto tem cerca de 15 quilômetros e termina na aldeia indígena terena Babaçú, onde os ciclistas são aguardados com expectativa. No trajeto, as paisagens rurais típicas da região pantaneira de Miranda. Na recepção da aldeia estão previstas atividades de confraternização começando pela dança indígena terena, exposição de artesanato e atividades para toda a família em projetos de educação e cultura do Ipedi que participarão do encontro. O Ipedi é uma ...

Você pode ajudar a evitar a extinção de uma cultura indígena no Pantanal

A equipe do Instituto de Pesquisa da Diversidade Intercultural (Ipedi) esteve acompanhando as atividades do projeto Tramas, desenvolvido na aldeia Passarinho, que revitaliza a cultura indígena terena por meio do ensino de saberes tradicionais a crianças e jovens, como técnicas de produção de artesanato e dança típica. O Tramas é uma iniciativa comunitária, coordenada pela professora indígena terena Evanilda Rodrigues. O trabalho tem patrocínio da Brazil Foundation, por meio do Prêmio de Inovação Comunitária Outra Parada e tem mentoria do Ipedi. As atividades acontecem na aldeia duas vezes por semana e tem a presença de crianças, jovens e adultos que aprendem com Evanilda a confecção de artesanato em taboa (espécie de palha vegetal encontrada na região) e com sementes de plantas locais. Além disso o trabalho fomentou a formação de um grupo de dança indígena feminina, um costume que estava se perdendo como tempo. Que tal se você ajudar a manter as atividades do Tramas? Você pode abr...

LIVRO DE FÁBULAS EM TERENA É ENTREGUE EM ESCOLAS INDÍGENAS

Escolas indígenas da aldeia Água Azul, no município de Dois Irmãos do Buriti receberam exemplares do livro Fábulas de Esopo em Terras Terena, produzido pelo Instituto de Pesquisa da Diversidade Intercultural (Ipedi) em parceria com a Universidade Estadual Paulista (Unesp). No mesmo prédio funcionam as escolas estadual e municipal que atendem alunos indígenas terena. A publicação será usada como material de apoio para otimizar o ensino da língua materna indígena e da cultura da etnia terena. A publicação é a primeira de literatura universal traduzido para um idioma indígena de que se tem notícia. “É gratificante proporcionar aos professores indígenas um material que pode ser usado em sala de aula pois esta é uma lacuna, uma dificuldade que os professores terena enfrentam: a ausência de material sistematizado para ensino da língua e da cultura própria indígena trena”, explica a presidente do Ipedi, Denise Silva.

PROJETO USA LUDICIDADE PARA RECONSTRUIR A RELAÇÃO DE CRIANÇAS DE COMUNIDADES DO PANTANAL COM A LEITURA

O local pode ser uma praça, numa calçada, um espaço público qualquer. Logo as áreas vazias e sem vida dão lugar a tapetes aconchegantes, caixotes coloridos, um varal de livros. Livros dependurados nas árvores. Livros por toda parte. Espalhados organizadamente pelo chão, dispostos em brincalhões móveis coloridos. Acima de tudo livros acessíveis. Dos menores até aos “mais grandinhos”. Tudo fácil, tudo à mão, esperando serem folheados, vistos, revistos. Um tenta soletrar o nome que está na capa. Outro já está no meio da história. Um outro pula de livro em livro pois não consegue se decidir ainda para que história dar atenção. É assim que, semana após semana, a equipe do projeto Um Pé de Livro tem levado o mundo da leitura para crianças das comunidades do município de Miranda, no Pantanal de Mato Grosso do Sul. No começo, as crianças ficam tímidas: não estão habituadas àquele movimento todo, tampouco os livros fazem parte de suas rotinas. No máximo, são usados os obrigatórios da escola....

ABRACE A EDUCAÇÃO E A CULTURA NO PANTANAL APOIANDO PROJETOS DE VALORIZAÇÃO DA CULTURA INDÍGENA

“Sou indígena, filha de artesã, mas só fui dar valor e importância para a minha cultura depois de adulta. Desde 2014 tenho buscado resgatar e valorizar a minha cultura, bem como repassar para as crianças e jovens da minha comunidade, que assim como eu quando tinha a idade deles, não tem interesse pela cultura” diz a Evanilda Rodrigues, que coordena o projeto Tramas, uma das iniciativas que têm mentoria do Ipedi. OBJETIVOS -Promover o repasse dos mais velhos aos mais jovens a atividade artesanal sendo para essa comunidade manutenção da cultura, desenvolvimento e aperfeiçoamento da habilidade e de seus talentos natos através da produção de peças artesanais utilizando a palha da taboa, e resgate , repasse e valorização da dança principalmente pelos mais jovens. -Repasse de todo o processo de produção do artesanato desde a colheita da palha ate a produção das peças; -Proporcionar aos jovens o desenvolvimento de seus talentos, valorização e manutenção da cultura ; - Socialização dos jove...

ABRACE A EDUCAÇÃO E A CULTURA NO PANTANAL - Projeto Capoeira Pantaneira participa de mostra que reuniu escolas de todo MS

Alunos do projeto Capoeira Pantaneira participaram da Mostra de Cultura das Escolas Estaduais de Mato Grosso do Sul, realizada no início de outubro em Campo Grande, capital de MS. O evento reuniu iniciativas de cultura e artes realizadas em escolas de todo o estado. O Capoeira Pantaneira é uma iniciativa que tem como parceira a Escola Estadual Caetano Pinto, no município de Miranda. O colégio cede a quadra de esportes para realização das aulas duas vezes por semana – o projeto tem alunos oriundos de escolas diversas, que fazem aulas de capoeira de forma gratuita, ministradas por professores voluntários sob a supervisão do educador físico e mestre em capoeira, Roberto Perez. Atualmente são mais de 80 alunos entre crianças iniciantes até adolescentes que estão prestes a receberem a primeira graduação no esporte. “Nosso objetivo é promover cidadania por meio do esporte”, diz o professor Roberto.

ABRACE A EDUCAÇÃO E A CULTURA NO PANTANAL - Projeto oferece cidadania pela prática da capoeira para crianças e adolescentes do Pantanal de MS

Projeto Capoeira Pantaneira tem, atualmente, mais de 80 alunos, entre crianças, adolescentes e jovens da região do Pantanal de Miranda, MS. HISTÓRICO O grupo de Capoeira Pantaneira, existe desde o ano de 2005 no município de Miranda - MS, atendendo crianças e adolescentes das regiões urbana, pantaneira e indígena com aulas de capoeira, tanto de percepção musical, quanto de golpes e gingas. O grupo já participou de inúmeros eventos, campeonatos de capoeira, tendo sempre êxito e destaque perante os demais grupos. O projeto é mantido pelos pais dos alunos, com rifas e com aulas gratuitas do Mestre de Capoeira, em uma quadra de esportes cedida por uma escola estadual. O projeto tem demandas difíceis de serem supridas sem apoio financeiro, tais como: participação em eventos, logística do projeto em geral, instrumentos e materiais diversos. O projeto se tornou um meio para a inclusão social das crianças e adolescentes pertencentes a ele, já que este vincula a inscrição no projeto à incl...

EDUCAÇÃO E CULTURA NO PANTANAL - Iniciativas que estão transformando vidas

Este foi um ano especial para dona Sebastiana, pescadora artesanal ribeirinha daqui do Pantanal da cidade de Miranda, MS.  Pela  primeira vez ela preenche, sozinha, a nota do pescado que está vendendo. Dona Sebastiana não sabia ler, nem escrever. Isso está mudando com o projeto Barco de Letras. Adicionar legenda