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LIVRO YANOMAMI SOBRE AS TRANSFORMAÇÕES DO MUNDO É A DICA DE LEITURA DE HOJE

Bom dia! A dica de livro para esta semana é da Denise Silva. - A era Yanomami chegou, por isso a ideia de adiar o fim do mundo é a nossa missão.Assim, também afirma em suas palavras o Xamã Davi Kopenawa Yanomami em “A queda do céu”: “As coisas que os brancos extraem das profundezas da terra com tanta avidez, os minérios e o petróleo, não são alimentos. São coisas maléficas e perigosas, impregnadas de tosses e febres, que só Omama conhecia. Ele porém decidiu, no começo, escondê-las sob o chão da floresta para que não nos deixassem doentes. Quis que ninguém pudesse tirá-las da terra, para nos proteger. Por isso devem ser mantidas onde ele as deixou enterradas desde sempre. A floresta é a carne e a pele de nossa terra, que é o dorso do antigo céu Hutukara caído no primeiro tempo. O metal que Omama ocultou nela é seu esqueleto, que ela envolve de frescor úmido. São essas as palavras dos nossos espíritos, que os brancos desconhecem. Eles já possuem mercadorias mais do que sufici...

INDÍGENA FAZ VERSÃO EM LÍNGUA INDÍGENA DE MÚSICA DE MICHAEL JACKSON PARA EDUCAR SUA COMUNIDADE SOBRE CORONAVÍRUS

A música é uma linguagem universal. Música une, emociona, comunica, educa. Não importa muito em que idioma ela esteja. Mas se estiver numa língua que a pessoa conhece, o poder da música é ainda maior. Nesta quarentena o jovem músico indígena Januário da Silva está usando sua paixão – a música – a fim de orientar, sensibilizar sua comunidade sobre a importância de tomar cuidados para evitar a proliferação do coronavírus. Januário é morador da aldeia indígena terena Cachoeirinha, em Miranda, no Pantanal de Mato Grosso do Sul. Ele fez uma versão de “We Are the World”, música composta originalmente por Michael Jackson e Lionel Richie. A canção tornou-se um ícone pelo clipe com diversos nomes da música pop mundial, unidos para arrecadar dinheiro para causas sociais no continente africano. “Para evitarmos o vírus da pandemia dentro da minha comunidade, foi essa a forma que achei para levar essa mensagem para os anciãos e as crianças”, diz Januário. A seguir a trad...

PREVENÇÃO DO CORONAVÍRUS NAS COMUNIDADES INDÍGENAS

Uma das nossas principais frentes de trabalho é nas comunidades indígenas terena da região do Pantanal de Mato Grosso do Sul. A informação é uma das principais armas para contermos o avanço da pandemia de coronavírus. No caso das comunidades indígenas, divulgar informações traduzidas para o idioma materno, ajuda a fortalecer o a educação sobre as boas práticas para combater o coronavírus. A baixa imunidade de povos indígenas é a maior preocupação das autoridades. A orientação é para que os índios não se desloquem aos centros urbanos e que as aldeias não recebam visitantes #Ipedi #BFapoio2019 #BrazilFoundation

HOJE, MAIS QUE NUNCA, INFORMAÇÃO É PODER. INFORMAÇÃO, HOJE, PODE SER A DIFERENÇA ENTRE VIVER E MORRER

 “É muito importante que todos os países levem isso a sério, fiquem prontos, preparem o sistema de saúde, fortaleçam a arquitetura de saúde pública, envolvam as comunidades, eduquem as comunidades envolvidas” disse o diretor executivo da Organização Mundial da Saúde, Michael Ryan, na coletiva de imprensa que a organização vem realizando diariamente sobre a pandemia do novo coronavírus. O envolvimento das comunidades mais vulneráveis muitas vezes alijadas dos processos de  decisão, deixadas às margens, é fundamental. Por isso estamos usando nosso know-how para produzir, articular, divulgar, fomentar peças de comunicação que informem, esclareçam, eduquem sobre a pandemia, as práticas de combate ao avanço do vírus, as orientações para casos suspeitos, os dados atualizados para as comunidades com as quais lidamos, em especial as indígenas do Pantanal. Embora haja um esforço dos meios de comunicação para levar informação à sociedade (os oficiais e os privados que possuem compro...

“FIQUEM EM CASA” DIZ CACIQUE INDÍGENA TERENA

“Com muita informação”, diz o cacique Sebastião Gonçalves da aldeia indígena terena Moreira, no Pantanal de Mato Grosso do Sul sobre as formas em que a comunidade está se organizando para enfrentar a pandemia do novo coronavirus. Estamos usando nossas plataformas de comunicação, bastante conhecidas e acessadas pelas comunidades, para disseminar orientações de fontes oficiais, levar informação correta, combater fake news. Para isso, obedecendo as iniciativas das aldeias de restringir os acesso de pessoas externas à comunidade, temos contado com a iniciativa dos próprios indígenas que gravam vídeos, produzem conteúdo e nos enviam. Neste, contamos com a parceria do Cristedi Produções , um amigo de primeira hora. #BFapoio2019 #BrazilFoundation #Ipedi #coronavirusbrasil #coronavirusbrazil

COMO OS POVOS INDÍGENAS ESTÃO ENFRENTANDO PANDEMIA?

Aqui, no Pantanal de Mato Grosso do Sul temos a segunda maior população indígena do Brasil – ficamos atrás apenas da Amazônia. Mais precisamente no município de Miranda, em que o Ipedi está sediado, temos uma população de quase nove mil indígenas vivendo em 8 aldeias. Por iniciativa das próprias lideranças desde a semana passada, há aldeias com portões fechados para impedir que entrem visitantes que possam, porventura, levar o vírus para dentro das comunidades. Em especial entre os terena há uma incidência muito alta de diabetes – uma das doenças pré-existentes que podem agravar os impactos da COVID-19 nos pacientes. Estamos buscando formas de apoiar as comunidades com as quais lidamos, especialmente neste momento de crise. Nossa primeira providência é propiciar canais de comunicação e disseminação de informações para estas comunidades. Estamos em contato direto, por meios eletrônicos, com as aldeias de Miranda, caciques, professores lideranças. Evitando o contato físico e ...

IPEDI É HOMENAGEADO PELA CÂMARA MUNICIPAL DE CAMPO GRANDE

Recebemos uma moção de aplausos da @camaracgms, proposta pelo vereador Eduardo Romero, em alusão ao trabalho que desenvolvemos na produção do livro Fábulas de Esopo, que beneficiou 2 mil crianças de escolas públicas.